quinta-feira, abril 24, 2008

Patrimônio Imaterial 1

A data correta no convite do MA-UFG é 25 de abril. Vamos lá dar um força para o pessoal!

segunda-feira, abril 21, 2008

PATRIMÔNIO IMATERIAL DE GOIÁS






LANÇAMENTO DA BASE DE DADOS CONSTRUÍDA PELO PROJETO SISTEMATIZAÇÃO DA DOCUMENTAÇÃO REFERENTE AO PATRIMÔNIO CULTURAL IMATERIAL DO ESTADO DE GOIÁS

Dia: 25 de Maio de 2008 (sexta-feira)
Local: Mini-Auditório do Museu Antropológico da UFG
Endereço:
Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás
Av. Universitária, 1166 – Setor Universitário
Goiânia Go
(62) 3209-6010 e 32096011
Fax: (62) 3521-1891
E-Mail: museu@museu.ufg.br
Site: www.museu.ufg.br

Contato para maiores informações:
Telma Camargo da Silva
telcamargos@gmail.com.
Cel: (062)928 44205



O DVD a ser lançado no dia 25 de maio foi produzido com o objetivo de disponibilizar para a comunidade acadêmica, estudiosos e as instituições pesquisadas pelo projeto Sistematização da documentação referente ao patrimônio cultural imaterial do Estado de Goiás os dados levantados e sistematizados pela equipe de pesquisa. O DVD consta de duas partes. A primeira retoma os aspectos mais importantes do relatório final apresentado ao Departamento de Patrimônio Imaterial do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional -Iphan. Esta parte pode ser entendida como um making of da pesquisa e se constitui também como uma fonte de auxílio à execução de projetos similares. A segunda parte disponibiliza, com autorização do Iphan, a Base de Dados propriamente dita.
O projeto Sistematização da documentação referente ao patrimônio cultural imaterial do Estado de Goiás foi proposto pelo Museu Antropológico da UFG em atendimento ao Edital Nº 001/ 2006 do Iphan, sendo contemplado com o recurso de R$ 100.000,00. O total foi estimado em R$ 136.000,00 sendo que deste valor, o montante de R$ 36.000 corresponde à contrapartida da UFG. O projeto foi executado no período de janeiro a dezembro de 2007.
Os objetivos principais do projeto se resumem em:
a. Diagnosticar as condições de acondicionamento, conservação e funcionamento das instituições que abrigam os acervos pesquisados;
b. Coletar as informações obtidas nos acervos e coleções pesquisados nas instituições
selecionadas e produzir o banco de dados com as informações obtidas e sistematizadas.

Dentre as instituições pré-selecionadas no projeto, a equipe escolheu para a coleta de dados acervos da Biblioteca Central da UFG, do Museu de Arte de Goiânia – MAG, do Museu da Imagem e do Som – MIS, da Biblioteca Damas Pereira Urzeda – SESC, do Museu Antropológico da UFG – M.A, do Instituto de Pesquisas e Estudos Históricos do Brasil Central – IPEHBC da Universidade Católica de Goiás.

A equipe de execução do projeto foi formada por oito pesquisadores com formação em Antropologia, História, Música e Artes e oriundos do departamento de Ciências Sociais, da Escola de Música e Artes Cênicas, da Faculdade de Artes Visuais e do quadro de profissionais do próprio Museu Antropológico. A equipe contou também com nove estagiários dos cursos de Ciências Sociais, História, Música, Musicoterapia, Pedagogia, Artes Plásticas, Design Gráfico, além de uma secretária e de uma representante da 14 ª Superintendência do Iphan.

No total, duzentas e dezenove fontes foram inventariadas e quinhentas e oitenta e duas referências culturais sistematizadas. Como produto do projeto, além do DVD que disponibilizamos aos interessados através deste evento, a pesquisa produziu o diagnóstico dos acervos e instituições pesquisados; um relatório textual; uma apresentação em power point e um Cd Rom contendo a Base de Dados,

domingo, abril 06, 2008

As mascotes residentes do Museu da Água

E o brasileiro gosta de dizer que português é que burro. Lá gatos são tratados com animais de estimação até em museus, honrados e cuidados, aqui são caçados até com zarabatanas pela turma técnica da AMMA. Eh, Goiás!



por MARIA JOÃO PINTO para o DIARIO DE NOTICIAS - PORTUGAL

Carlota Joaquina, Petrolina, Ritinha, Cinzentinha, Yellow, Preto e Branco, Peka, Aristogato, Preto Gravatinha, Manel e Pipoca. Correndo pela relva, espreguiçando-se nos gabinetes de trabalho ou dormitando à sombra das árvores, todos os gatos do Museu da Água, em Lisboa, têm um nome. Ter um nome é ter uma identidade e é essa mensagem de respeito pela vida que preside a este projecto nascido nos anos 90, quando Margarida Ruas, directora do museu, e a sua equipa decidiram fazer alguma coisa para ajudar os animais que apareciam nos jardins da antiga Estação Elevatória a Vapor dos Barbadinhos - núcleo-sede do museu, tutelado pela EPAL - em busca de alimento e de um colo. Adoptados pelo museu, encontraram nele a sua casa, que partilham hoje com a cadela Xabi, também ela abandonada e recém-chegada há uma semana. No núcleo da Mãe d'Água das Amoreiras há igualmente duas mascotes felinas residentes.

"Todos eles fazem parte do museu e da visita ao museu", sublinha ao DN Margarida Ruas, lembrando ser também esta uma parte integrante da responsabilidade social dos museus e do seu papel em prol do "património, do ambiente e da cidadania". E eles têm retribuído o gesto de inúmeras formas. Como no dia em que Peka - que tem nome de deusa finlandesa por sugestão de um antigo embaixador daquele país em Lisboa - acompanhou até à porta do museu a Presidente da República da Finlândia, na inauguração de uma exposição de pintura de compatriotas seus.

Projectos abertos à comunidade

A experiência do Museu da Água nesta área cruza-se com outras acções que tem vindo a promover, caso do I Seminário sobre Direitos do Animal, em 2001, experiência que Margarida Ruas gostaria de repetir este ano. Caso, também, do projecto Aqui há Gato!, que versou a edição (hoje esgotada) de uma caixa contendo um livro, três canecas e uma T-shirt, criações do artista plástico Manuel Carmo. O projecto seria mais tarde transposto para exposição do autor, destinada a invisuais, no Museu das Comunicações. Outro projecto, justamente chamado Os Gatos do Museu da Água, envolve igualmente o mundo da arte: Benjamim Marques, há muito radicado em Paris, foi o primeiro artista a aceitar o desafio do museu, por via da reprodução em T-shirts de um desenho inspirado na sua gata Matilde. E de animais, não já de companhia, mas de outros, falará um livro, no prelo, "sobre a vida animal do Aqueduto das Águas Livres", entre os quais morcegos e salamandras.

Uma nota adicional: escusado será dizer que, nos núcleos do museu dotados de zonas ajardinadas, também os animais em visita são bem-vindos: "Os nossos jardins", diz Margarida Ruas, "são jardins abertos à comunidade". Eis uma proposta para o próximo passeio pela cidade com o seu cão.|
http://dn.sapo.pt/2008/04/06/sociedade/as_mascotes_residentes_museu_agua.html
jornal português DIÁRIO DE NOTICIAS