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terça-feira, maio 30, 2006

APÓS A CENSURA, ESCURIDÃO NO MASP
















MAG
x
MASP




Depois da censura religiosa do CCBB sobre a representação da arte, nada de pior poderia acontecer, mas aconteceu. O MASP FICOU AS ESCURAS!

A arte voltou às trevas...

Imaginem vocês que durante o 2º semestre de 2004 e o começo de 2005 o visitante mais freqüente na porta do MUSEU DE ARTE DE GOIÂNIA foi exatamente o encarregado do corte do fornecimento de energia. Motivo: uma divida de R$ 7.000,00 (sete mil).

E um dia aconteceu o corte 40 minutos antes da visita da embaixatriz da China. Um amigo, que por acaso trabalhava na CELG no último segundo mandou religar. A comitiva da Embaixatriz entrava no portão do Bosque dos Buritis e se fez a luz!

Não preciso dizer que estávamos no Museu de Arte de Goiânia apenas nós a ralé dos funcionários, por que o Secretário de Cultura após vários telefones, sabendo que nada de Fiat lux, preferiu receber a visita da Embaixatriz ao lado do Prefeito, afinal, era certo que lá sempre haveria luz!

Mas a CELG, ah, a CELG não deixou por menos, um dia despachou a turma do corte para o Paço Municipal e CRAU!!!!cortaram a luz do Prefeito de Goiânia. Nessa hora o Secretário de Cultura, não apareceu nem para dar apoio ao Prefeito, que desceu os cinco andares pela escada.

O problema do MASP é o mesmo da maior parte dos museus brasileiros, ausência de um projeto a longo e médio prazo. Um projeto curatorial. O MASP assim como o MAG, um é particular e o outro é público padecem do mesmo mal, ingerências e má gestão.

O MAG hoje é tocado em ritmo de mutirão, sem curadoria nem para as exposições, um calendário chinfrim e de quebra, ainda apresentam como feitos novos, projetos realizados nas gestões anteriores. O telhado continua vazando, orçamento municipal ZERO para o museu e um diretor que não é diretor. E isso por que no Brasil, a falsidade ideológica ainda é crime ou deixou de ser e não avisaram?

Mas tudo bem, as pessoas quando falarem do apagão do MASP lembrar-se-ão que o MAG foi pioneiro na categoria dos museus apagados, e alçado ao mesmo patamar de um museu de primeiro mundo.

A diferença é que os apagões do MAG não deram nem na primeira e nem na última página do jornaleco mais bobinho de Goiás, quanto mais no jornais diários.

Marilia Pera, sinceramente? Que coisa difícil que é tirar Goiás do anonimato!!!

Só o fantasma do Pareja para dar conta disso!

2 comentários:

Anônimo disse...

Hahahahahahha.... Assim não dá, assim não dá...Todo o trabalho de um dia é posto abaixo durante a noite. Eita Goiás!

ativo1 disse...

Hhahahaha (de novo) a proposito: O jornaleco mor dessa provincia, no dia de hoje, publicando um reclame sobre uma exposição pos uma foto por outra....Ou a ficha por outra. Não querem contratar um artistinha desempregado aí não??