domingo, fevereiro 06, 2011

INHUMAS - ESPAÇO CULTURAL

Olá amigos!




O Espaço Cultural Nonatto Coelho inaugurado no dia 14 de dezembro de 2010 na rua Alice Bento Xavier, Quadra 13, lote 29 no setor Panorama Park de Inhumas -CEP 75400.000 , continua aberto à vizitação com agendamento no fone 62 - 3514-4447.



Veja no site TUDOIN http://www.tudoin.com.br/eventos/galeria.php?show=688 as fotos da ianauguração.



Abraço.

Nonatto



Hello friends!



The Cultural space Nonatto Coelho opened on December 14, 2010, in Alice Bento Xavier Street, Block 13, N° 29 in the area of Panorama Park from Inhumas city - 75400.000, remains open to the public vizitação: Phone 5562 - 3514-4447.



See website TUDOIN http://www.tudoin.com.br/eventos/galeria.php?show=688 photos of the opening.



Hug.

Nonatto

sábado, janeiro 29, 2011

AGEPEL as primeiras definições

Primeiras definições


Agepel nomeia três dos quatro diretores, além do chefe de gabinete, mas ainda não tem previsão para indicar nomes dos responsáveis por suas unidades

Rodrigo Alves

Após quase um mês de indefinições desde a posse do novo governo estadual, a Agência Goiana de Cultura (Agepel) começou enfim a ganhar novos rostos, com nomeações em suas diretorias (veja nomes ao lado). Até quarta-feira, o único nome certo, fora do quadro permanente, na pasta que cuida da cultura no Estado era o do presidente Gilvane Felipe, empossado no dia 2. Mas, mesmo com as primeiras nomeações oficiais, a Agepel ainda tem muito a definir em seus quadros - no que se refere às unidades, como o Teatro Goiânia - e assim ser mais precisa na determinação das políticas culturais do novo governo.

Uma das questões que desde o início pairou nos corredores da Agepel - e que ainda pode não estar completamente respondida - é se, com a reforma administrativa empreendida pelo governo, que agora submete a Agepel à jurisdição da Secretaria de Educação, a agência perderia em autonomia administrativa e em recursos próprios. Ao POPULAR, Gilvane Felipe garantiu que, na prática, nada deve mudar. "Trata-se mais de uma questão de burocracia interna e de estrutura administrativa do Estado", minimizou.

De acordo com o texto da reforma administrativa, aprovado nas sessões extras da Assembleia Legislativa e publicado nesta semana no Diário Oficial do Estado, a Agepel realmente não perde nada em seu organograma. A estrutura que mantém desde que se tornou agência - por definição, uma autarquia -, em 1999, permanece quase a mesma. A Agepel só ganhou nova diretoria dedicada às finanças, antes apenas uma das várias gerências. Passou, assim, a ter quatro diretorias, ao invés das três anteriores. As diretorias têm sob seus leques as gerências que atuam em diversas subáreas.

Sem mudança
"Em termos de recursos para a pasta, a meu ver, nada deve mudar", também antecipou ao POPULAR o presidente da Agepel. No entanto, a questão é que Goiás deverá continuar, conforme sua avaliação, com poucas chances de participar do Sistema Nacional de Cultura (SNC), mecanismo que integra a Política Nacional de Cultura do Ministério da Cultura (MinC). O SNC prevê investimentos de recursos federais nos Estados, desde que as políticas públicas culturais estejam devidamente delineadas.

Segundo Gilvane Felipe, o SNC tem a prerrogativa de liberar recursos somente para Secretarias de Estado de Cultura. "Isso, para o MinC, significa que o Estado está comprometido com a cultura na estrutura de primeiro escalão", complementa. Ele diz que este será um dos principais assuntos na pauta da Agepel nas conversações com o governador Marconi Perillo, que já demonstrou interesse, garante o presidente, em investir nessa alternativa.

A atual situação apertada das contas dos Estado, ainda na opinião do presidente, não atrapalharia a possível criação de uma Secretaria de Cultura. "Pelo contrário, vejo isso como solução. Se o Estado está com as contas apertadas, os recursos de fora são mais que bem-vindos", defende de forma enfática, para emendar em seguida: "Mas, claro, essa é uma discussão intramuros no Palácio das Esmeraldas."

Unidades
A questão mais urgente a ser definida a partir de agora na Agepel está centrada na definição das gerências de suas 28 unidades, distribuídas na capital e no interior. Além de todo o processo burocrático de definição e nomeação, a decisão dos novos nomes para essas gerências está centrada em questões políticas, já que muitos dos cargos são comumente ocupados conforme acordos partidários estabelecidos ainda durante a campanha eleitoral. A reportagem do POPULAR apurou que, dentro da Agepel, a movimentação neste sentido está a todo vapor.

Com a mudança para o endereço novo - deixou o Palácio Pedro Ludovico para se instalar no prédio histórico então ocupado pela Procuradoria Geral do Estado, na Praça Cívica -, a Agepel acabou perdendo ainda mais em agilidade para definir sua nova estrutura. Somado a isso, a agência ainda teve de esperar pela definição da reforma administrativa empreendida pelo governador. "As direções das unidades ainda são um assunto que temos de discutir com o governador", ressalta Gilvane Felipe.

A princípio, a agência continua responsável direta pelas unidades que sempre estiveram sob sua guarda, entre teatros, centros culturais, galerias, escolas de artes e museus. A exceção, estabelecida ainda na administração anterior, é o Centro Cultural Oscar Niemeyer, que na reforma administrativa ganhou um gabinete de gestão exclusivo chefiado pelo ex-presidente da Agepel Nasr Chaul. Enquanto as definições para as demais unidades não saem, alguns espaços permanecem sem agenda e, portanto, inativos.

Quem é Quem

CHEFIA DE GABINETE
Ney Borges:administrador de empresas e advogado, já foi diretor do Sebrae Goiás (Desenvolvimento e Mercado) e da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Goiânia (Conselho Fiscal)

DIRETORIA DE AÇÃO CULTURAL

Décio Coutinho:gestor cultural e administrador de empresa, também foi diretor do Sebrae Goiás, na unidade de Negócios e Turismo e na Coordenação Nacional de Cultura

DIRETORIA DE PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO
Deolinda Taveira:artista plástica e especialista em conservação de bens culturais móveis, já dirigiu o Museu de Arte de Goiânia e é servidora efetiva da Prefeitura de Goiânia

DIRETORIA DE OBRAS E RECUPERAÇÃO DO PATRIMÔNIO
José Eduardo de Moraes:maestro, já trabalhou com diversos artistas goianos e foi durante oito anos diretor de Ação Cultural da Agepel, durante os dois primeiros mandatos de Marconi Perillo

Perfis técnicos e políticos

Os novos diretores da Agepel, cujas nomeações foram publicadas no Diário Oficial do Estado nesta semana, têm perfis que unem capacitação técnica e afinidades políticas. Da equipe que o acompanhou enquanto esteve à frente da Superintendência do Seabre Goiás, por exemplo, Gilvane Felipe trouxe dois nomes: o novo chefe de gabinete, o administrador e advogado Ney Borges, e o novo diretor de Ação Cultural, o administrador Décio Coutinho.

Para a Diretoria de Obras e Recuperação do Patrimônio, o nome definido foi o do maestro José Eduardo de Moraes, que durante os dois primeiros mandatos de Marconi Perillo, com Nasr Chaul à frente da Agepel, foi diretor de Ação Cultural. Por fim, para a Diretoria de Patrimônio Histórico e Artístico, foi designada a artista plástica e restauradora Deolinda Taveira, que já dirigiu o Museu de Arte de Goiânia.

A única indefinição ainda paira sobre a recém-criada Diretoria de Gestão Planejamento e Finanças, que na estrutura da gestão passada tinha status de gerência. Dois dos nomes cotados, segundo apurou a reportagem, são o do antigo gerente de Administração e Finanças da Agepel, João Dias Campos, e o do sócio-proprietário da Editora Kelps, Antônio Almeida. ▩
Fonte: Jornal O POPULAR Goiânia, 29 de janeiro de 2011.

Crise política do Egito ameça o Museu do Cairo


Multidão protege o Museu do Cairo, imagem emocionante!
28/01/2011 - 19:04

Thais Romanelli
Redação



Patrimônio histórico do Egito corre risco com crise política, diz egiptólogo brasileiro





O agravamento dos protestos no centro de Cairo, no Egito, pode ameaçar o patrimônio histórico do país, armazenado em museus da cidade. Nesta sexta-feira (28/01), pelo menos uma pessoa morreu e várias ficaram feridas em manifestações nas proximidades do Museu Nacional do Cairo, o mais importante do Egito.



Segundo a rede de televisão Al Jazeera, os conflitos começaram em uma praça próxima ao museu e à sede do NDP (Partido Nacional Democrático), atualmente está no poder. Uma hora depois, um incêndio nas proximidades do museu assustou os manifestantes, que fizeram uma corrente humana em volta do edifício, de acordo com a emissora.



"O Museu Nacional do Cairo é o maior e mais antigo museu egípcio, um eventual acidente como um incêndio seria extremamente prejudicial não apenas para a cultura do país, mas para todo o patrimônio da humanidade", disse o egiptólogo Antonio Brancaglion Jr ao Opera Mundi.



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O museu, que abriga 100 mil objetos em exposição, possui múmias dos mais importantes faraós, papiros e objetos considerados símbolos do país, como o tesouro de Tutancâmon, um dos faraós mais famosos da história egípcia.



"Costumamos dizer que ele tem a pior exposicão dos mais lindos tesouros do mundo e esse é seu principal problema: o próprio edifício", conta Brancaglion, em referência à estrutura do prédio. Para o egiptólogo, a idade do do museu e sua localização são extremamente prejudiciais no caso de um eventual incêndio como o desta tarde.



Central e próximo a sede do partido que ocupa o governo do país, o Museu Nacional do Cairo está em uma "área de risco" no que diz respeito aos riscos que as manifestações podem trazer. Já com relação a possíveis saques e contrabando de peças, Brancaglion não demonstra preocupação.



"Um incêndio próximo ao museu ou no próprio museu seria muito prejudicial não apenas pelo fato de ele abrigar um acervo inimaginável, mas também por não ter estrutura para amenizar os danos em um acidente deste tipo", afirmou.



O egiptólogo conta que há dez anos um atentado ocorreu na frente do Museu Nacional do Cairo, o que fez com que governantes reavaliassem as medidas de segurança. A partir daí, o prédio foi equipado com câmeras de segurança e outros recursos para evitar a entrada de pessoas não autorizadas e furtos.



"O edifício, porém, é muito antigo e sem dúvida não tem uma estrutura eficaz contra incêndio", explicou. "O risco que se corre é exclusivamente em relação a esse tipo de agressão pelo fato deste museu estar próximo à principal área de manifestações. Quanto a roubos e contrabando, não acho que nenhum museu egípcio corra este risco, já que a própria população tem consciência da importância destes lugares e muitos inclusive dependem da atividade turística para sobreviver", disse Brancaglion.



Para ele, o fato de os manifestantes terem feito uma corrente humana em volta do museu ilustra a relação dos egípicios com os tesouros do país. "Isso não acontece apenas com o Museu Nacional do Cairo, mas também com o Museu do Papiro, o complexo das Pirâmides de Gizé, a Esfinge, a Necrópole de Saqqara e etc. Todos sabem da importância destes patrimônios, principalmente no Cairo, onde a principal atividade econômica é o turismo", afirmou.



Medidas



A ameaça, porém, ainda não demanda a intervenção da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) ou de outras organizações, na opinião de Brancaglion.



"O máximo que pode ser feito, pelo menos por enquanto, são campanhas por parte da Unesco e da própria imprensa reiterando a importância dos museus do país e mensurando o tamanho da perda caso algum destes lugares seja danificado. Mesmo assim realmente acredito que a própria população tem consciência desta importância e irá zelar por isso, a não ser que futuros acidentes aconteçam durante os protestos, como foi o caso desta tarde", concluiu.
Fonte: http://operamundi.uol.com.br/noticias/PATRIMONIO+HISTORICO+DO+EGITO+CORRE+RISCO+COM+CRISE+POLITICA+DIZ+EGIPTOLOGO+BRASILEIRO_9227.shtml