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sexta-feira, novembro 05, 2010

DIA NACIONAL DA CULTURA

HOJE É O DIA NACIONAL DA CULTURA ...

segunda-feira, dezembro 22, 2008

SEM BRANDÃO DM INFORMA DE VERDADE

Protesto marca abertura da conferência de cultura

Goiânia, 22 de dezembro - Lídia Amorim Da Editoria do DMRevista

A abertura da sexta Conferência Municipal de Cultura, na manhã de ontem, foi marcada pelo desconforto. Pode ser que o frio ar-condicionado do Auditório Augusto da Paixão Fleury Curado, no Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, tenha servido para esfriar ânimos, mas sensação de que algo estava errado permaneceu pairando no ar como fantasma. Mais de 20 entidades – entre elas o Centro Cultural Eldorado dos Carajás, a Federação de Teatro de Goiás e a Associação Brasileira de Festivais Independentes – uniram-se para protestar contra programação da conferência e buscar modelo de evento que contemple todas as áreas e necessidades de quem trabalha na cultura.O grupo, que engloba diversas áreas da cultura e se reúne semanalmente para discutir os problemas em comum, defende que a programação seja reformulada para dar mais espaço ao debate. Segundo eles, o evento oficial é mais um seminário do que uma conferência, por ser mais educativo do que político, e, por isso, não tem espaço para a discussão sobre as diretrizes da Lei Municipal de Incentivo. Além disso, foi marcada numa data que impede a participação de todos: os dias que antecedem o Natal. Na abertura do evento, tudo corria de forma tranqüila inicialmente. O secretário municipal de Cultura, Doracino Naves, deu início aos trabalhos, falou da importância da conferência e do desejo da pasta de que os resultados desse momento de debates fosse o mais proveitoso possível. Em seguida, viria a palestra de abertura, com o escritor Luiz Fernando Valadares. Antes disso, porém, Eládio Garcia, da Associação Goiana de Cinema e Vídeo, manifestou, da platéia, o desejo de que o secretário se posicionasse sobre documento entregue no evento em que o grupo de entidades defende mudanças na programação e na data da conferência.Foi decidido que a carta seria discutida numa reunião separada entre o grupo e o secretário após a palestra de abertura. Enquanto o Alma Brasileira tocava seu choro para meia dúzia de pessoas no auditório; na pequena sala ao lado, o grande grupo de entidades se reunia para discutir os rumos da conferência. O secretário ouviu as reclamações, mas afirma que não pode atendê-las, já que, no próximo ano, não ocupará mais o cargo e o grupo quer marcar o evento para depois das festas. Prometeu, no entanto, encaminhá-las ao prefeito Iris Rezende. No final, não houve consenso. Tanto Doracino quanto o vice-presidente do Conselho Municipal de Cultura, Valdir Mendonça, retiraram-se do local e as entidades decidiram fazer outro documento. Nele vão sugerir que a sexta Conferência tenha continuidade no mês de março, quando as instituições e pessoas que se dedicam à cultura estarão mais disponíveis, e que, no evento, exista mais espaço para debates. Desde a terceira Conferência, há polêmica. A conferência, realizada em 2005, foi inclusive cancelada judicialmente, porque não foi divulgada como deveria de acordo com as determinações do Ministério da Cultura. A função das conferências é de debater os rumos da cultura no município, as Leis de Incentivo, e principalmente, para onde vai o dinheiro da área.
http://www.dm.com.br/impresso/7717/cidades/59474,protesto_marca_abertura_da_conferencia_de_cultura

domingo, dezembro 21, 2008

CONFERÊNCIA DE CULTURA? EM GYN CITY PODE SER MORTAL!

No Instituto Histórico e Geográfico de Goiás foi aberta hoje a 6ª Conferência de Cultura, no velho e bom estilo, alguém fala e platéia aplaude.
Não deu para aplaudir.
O último dia de inscrição foi dia 19/12, sexta-feira, e hoje, no horário de credenciamento, o material foi entregue sem qualquer controle, ou necessidade de identificação.
Após uma reunião, onde entidades participantes do Fórum Permanente de Cultura solicitaram ao secretário de Cultura, que a Conferência seguisse o modelo proposto pelo MINC, o material distribuído – pasta, papel, folder, programação, crachá e caneta – foi deixado na portaria do IHGG.
E o inusitado, a caixa onde estavam acondicionados os crachás era na verdade uma caixa de embalagem de “cartuchos para armas portáteis”. Gente, quem na SECULT comprou 1000 projéteis para arma de fogo?
Confiram à imagem.


Abaixo o documento resultante da reunião das entidades presentes na manhã de 21/12 e que exigem uma verdadeira Conferência de Cultura, com debates, proposições e plenária.


Depois tem mais...